ECOPOÉTICA: ILHA

O Projeto ECOPOÉTICA, dos artistas Rossendo Rodrigues e Marina Mendo entra em uma nova etapa de desenvolvimento artístico em 2016. Contemplado com o edital FUMPROARTE de Apoio à Produção 2015, o projeto prevê a realização da oficina gratuita “PERFORMANCE E SUSTENTABILIDADE EM INTERVENÇÕES URBANAS”, com duração de 2 meses, que resultará em uma série de performances dos alunos em espaços urbanos de Porto Alegre. Em 2017 o projeto prevê a criação do espetáculo ILHA, a ser realizado no encontro das águas do Arroio Dilúvio e do lago Guaíba (Porto Alegre). Durante o processo, será filmado e editado um mini documentário sobre toda a criação artística da pesquisa, dirigido por Natália Utz e Gabriel Dientsmann, a ser lançado no encerramento do projeto.

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ECOPOÉTICA é um projeto multidisciplinar dedicado à busca por poéticas de sustentabilidade no ambiente urbano. A primeira etapa – Ecopoética: A Possibilidade da Arte sobre as Águas de Porto Alegre – foi contemplada com o prêmio de pesquisa Décio Freitas e desenvolvida ao longo de 2013 e 2014 com financiamento do Fumproarte, realizando três performances de intervenção urbana sobre ecossistemas aquáticos em estado de degradação: DILÚVIO MA, Ritual de Sobrevivência Urbana e Travessia.

De acordo com o coordenador do projeto, Rossendo Rodrigues “nós do projeto ECOPOÉTICA reconhecemos a prática artística como ferramenta fundamental na problematização da questão ambiental. Acreditamos que a busca por sustentabilidade deve estender-se sobre todos os campos da experiência e do conhecimento humano, incluindo o campo artístico e o setor cultural.”

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O projeto Ecopoética apresenta no dia 14 de outubro uma intervenção urbana resultante da oficina Performance e Sustentabilidade em Intervenções Urbanas.  O trabalho integra a programação do projeto Ecopoética: ILHA, financiado pelo Fumproarte. A performance acontecerá das 9h às 12h, na Praça Dom Feliciano, em frente à Santa Casa de Porto Alegre

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O projeto investiga a criação de poéticas de sustentabilidade no ambiente urbano, reconhecendo a prática artística como ferramenta fundamental no tratamento de questões ambientais e no cultivo das relações entre as pessoas e a cidade. O local escolhido para esta ação foi a Praça Dom Feliciano, uma das mais belas e antigas praças da cidade, utilizada mais como local de passagem do que de convívio. A intervenção busca ressignificar monumentos depredados do local, chamando atenção para seu estado de degradação e para o excesso de lixo produzido pela cultura do consumo e descarte.
A performance é uma criação de Marina Mendo e Rossendo Rodrigues, idealizadores do projeto, em parceria com os artistas e participantes da oficina: Daniel Gustavo Oliveira Gonçalves, Fabio Pinto, Rita Rosa, Genifer Gerhardt, Isabel Tombini, Juliana Strehlau, Juliano Rossi, Kayan Gross, Liana Keller, Louise Pierosan, Luciane Panisson, Inês Hübner e Tiago Rigo. O projeto ainda conta com consultoria de figurinos da artista plástica Margarida Rache e cenotécnica de Rodrigo Shalako. A produção está por conta de Liége Biasotto – CUCO Produções – e André Varela. A realização é da Pulperia Cultural e o financiamento do Fumproarte – Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre.
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Fotografias de Gabriel Dienstmann
Serviço:
14 de outubro de 2016 – Praça Dom Feliciano (Em frente à Santa Casa de Porto Alegre)
Sexta, das 9h às 12h, intervenção urbana (entrada franca)

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